Já imaginou os cidadãos das grandes metrópoles residindo em casas vegetais, andando em dirigíveis e aproveitando espaços verdes?
A cidade 'Eco-utopia' ainda é um sonho, mas pode se realizar.
Não é necessário ser um futurista para imaginar uma cidade autossuficiente, construída com materiais orgânicos não poluentes, que tenha somente veículos inteligentes interligados entre si e moldáveis aos pequenos espaços, e embelezada com jardins flutuantes para reduzir o efeito do aquecimento urbano e depurar as águas residuais.
O certo é que não estamos muito longe de começar a materializar esta utopia. Na atualidade já há vários especialistas, entre arquitetos, engenheiros, cientistas, urbanistas e ecologistas que se reúnem ao redor do mundo para desenhar projetos urbanísticos ecológicos.
A ideia dos trabalhos destes progressistas radica em combinar arquitetura, tecnologia e urbanismo com a ecologia, sustentabilidade e autossuficiência, visando à construção da cidade do amanhã.
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Urbanismo autossuficiente
A direção do crescimento das plantas é manipulada por meio de um sistema de controle vegetal
O desenho de paisagens urbanas visualmente atraentes está incluído nos sonhos de Joachim. No seu Terreform One elabora a construção de parques públicos, espaços verdes com lagos artificiais para tratar resíduos, limpar o ar e a água, produzir energia e controlar o bioclima estacional.
Esta ideia consiste em construir uma "casa vegetal" usando uma técnica de jardinagem ancestral: erguer paredes a partir de enredadeiras, arbustos e árvores. Com alguns andaimes e um sistema de controle vegetal, é possível direcionar o crescimento da vegetação com geometrias calculadas.
Por outra parte, Joachim entrou para o mundo da biotecnologia ao fundar, com o biólogo Oliver Medvedik, o instituto Bioworks e iniciar o cultivo orgânico de células, fazendo crescer carne in vitro para depois fabricar produtos de uso humano, como couro.


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